Encontro propõe construção de um pacto pela paz no Rio Grande do Sul

Presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou do evento e elogiou a in


Geral - 13/12/2016
Encontro busca um pacto pela paz no Rio Grande do Sul
Encontro busca um pacto pela paz no Rio Grande do Sul - Créditos: Cesar Moraes
      O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou, na manhã de segunda-feira (12/12), em Porto Alegre, do I Encontro Gaúcho pela Segurança Pública - construindo um grande pacto pela paz no RS, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional RS. O objetivo é propor uma série de ações postas em prática pela OAB/RS visando a redução da criminalidade no estado.
     - O Rio Grande do Sul atravessa um momento delicado na área da segurança pública, com índices alarmantes de violência. Podermos ouvir as experiências de sucesso que ajudaram a reduzir os atos criminosos nos permite ter inspiração para buscarmos soluções que tragam paz e tranquilidade aos gaúchos. Isso exige uma união de esforços de todos os setores da sociedade organizada - ressaltou Vitor Augusto Koch.
     O presidente da OAB/RS, Ricardo Breier, destacou que o debate proporcionado pelo encontro vai contribuir para a elaboração de um grande pacto pela paz no Rio Grande do Sul e a elaboração de uma agenda de ações estruturais.
     - O tema deve ser tratado como política de Estado e não de Governo. Temos que pensar em bases sólidas, para que cada governador que sente naquela cadeira respeite o mínimo de princípios de Segurança Pública, se comprometa e entenda que essa é uma área coletiva - afirmou Breier.
     O fundador da ONG Viva Rio, uma das maiores Organizações Não Governamentais do Brasil, Rubem César Fernandes, elencou, em palestra, diversas ações realizadas pela Viva Rio que proporcionaram a redução dos índices de violência no Rio de Janeiro. Entre as ações, estiveram programas nas áreas da educação, arte, saúde e meio ambiente, em favelas e bairros de baixa renda, campanhas pelo desarmamento e a idealização dos Grupamentos de Policiamento em Áreas Especiais (GPAE), inspiradores das UPPs (Unidades Pacificadoras da Polícia).
     - O Viva Rio foi entendendo com o tempo que é impossível escalar a transformação social mesmo sem ter parcerias sólidas com o governo. Para que isso pudesse ser colocado em prática, em 2009 deixou de ser somente uma ONG para se tornar, também, uma organização social (OS), para poder participar de concorrências públicas - afirmou Rubem Fernandes.
     A fundadora do Instituto Sou da Paz, de São Paulo, Carolina Ricardo, defendeu que a efetivação de políticas públicas de segurança e prevenção da violência sejam eficazes e pautadas pelos valores da democracia, da justiça social e dos direitos humanos.
     - Atualmente, o Sou da Paz prioriza a redução de dois crimes, os homicídios, que vitimam mais de 50 mil brasileiros todos os anos, e os roubos, com altas taxas de incidência em todo o país. Para isso, buscamos identificar os problemas de violência, criar e implementar soluções viáveis e mobilizar a sociedade em torno do monitoramento de políticas e Projetos de Lei - salientou a palestrante.
    O I Encontro Gaúcho pela Segurança Pública - construindo um grande pacto pela paz no RS foi prestigiado por diversas autoridades do país e do Rio Grande do Sul, como o presidente da OAB Nacional, Claudio Lamachia e representantes de entidades de grande representatividade no estado, como federações, associações e sindicatos.
 

[Fonte:   Play Press]
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